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União das Freguesias de Ramada e Caneças

Ramada Horario: de 3ª a 6ª feira - das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h302ª feira - das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 20h00   Caneças Rua da República, 1311685-595 Caneças Horario: de 2ª a 6ª feira - das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 3ª feira - das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 19h00 Tel.: 21 980 08 80 / 927949522 * Fax.:21 980 53 74 Email: geral@uf-ramadaecanecas.pt   Todos os serviços encerram ao fim de semana   Caracterização da RamadaA Ramada faz fronteira com Caneças, Famões, Odivelas e com os Concelhos de Sintra e Loures. Com uma área de 3,71 km2, tem, de acordo com os dados dos censos de 2011, 19 657 habitantes. Constituída por núcleos habitacionais antigos, alguns bairros recentemente construídos e urbanizações, também recentes e outras em construção, a Ramada continua a crescer, e de dia para dia, vê aumentar a sua população. Situada, na sua maior parte, na vertente da Serra da Amoreira, e beneficia das mais belas panorâmicas do Concelho, avistando-se daí parte do Concelho de Odivelas, de Loures e de Lisboa, o Rio Tejo e para além do mesmo.     História da RamadaO nome de Ramada advém das armadilhas que se faziam, na ribeira, para apanhar o peixe. Como era disfarçada com ramos, diziam que era ali armada uma "ramada" e daí o nome de Ramada. Grande parte do seu território, situa-se na vertente da serra da Amoreira. A partir daí é possível avistar algum território dos Concelhos de Loures e Lisboa, um panorama que se estende ao Tejo e ao outro lado do rio. Talvez devido à sua posição estratégica, viveram nesta serra povos que remontam à pré-história, comprovado pela existência de uma estação arqueológica. Segundo alguns investigadores, neste local terão vivido os povos de nome "Alpiarças", que deram origem aos Lusitanos. Nestas terras altas, que de Nordeste a Oeste, cercam a Várzea, existiam algumas quintas e vários casais, onde se cultivavam cereais, oliveiras, laranjeiras, se apascentavam rebanhos e se criava gado vacum. As caraterísticas do solo e as condições climatéricas deram uma relativa unidade económico-social a toda esta área. Malhado e limpo nas eiras, ficava o trigo preparado para ser moído. A corrente, precipitada e impetuosa no Inverno, da ribeira de Caneças, os ventos fortes e constantes, na Primavera e no Verão, que sopravam no planalto, possibilitaram o aproveitamento da força da água e do vento, transformando-a em força motriz. Junto à ribeira, instalaram-se dezasseis azenhas e, das colinas da Amoreira ao planalto de Famões, ergueram-se para cima de três dezenas de moinhos de vento. Com o fim das chuvas invernais, diminuía o caudal da ribeira, baixando a capacidade das azenhas, precisamente quando os ventos começavam a soprar mais fortes, aumentando a capacidade motriz dos moinhos. Desta intensa labuta restam hoje as ruínas de algumas azenhas e moinhos, três moinhos restaurados, o das Covas, na Ramada (que foi construído em 1884), outro na Arroja, que é propriedade privada e outro situado em Famões - Moinho da Laureana.   Em termos de construção urbana, a Freguesia da Ramada viu surgir núcleos urbanos dominantes, com habitações dispersas e bairros de génese ilegal, dependentes dos núcleos principais, Ramada, Amoreira e Bons Dias. As primeiras construções, onde predominava a mono-habitação, assistem à chegada da propriedade horizontal. A Ramada mantém um crescente desenvolvimento urbano e demográfico. Quanto à sua evolução administrativa, a Ramada é freguesia desde o dia 25 de agosto de 1989, separando-se das Freguesia de Odivelas e de Loures. A 19 de abril de 2001, é elevada à categoria de vila. Em 2013, por força da Reforma administrativa do Poder Local, esta Freguesia foi agregada à de Caneças, passando a designar-se por União das Freguesias da Ramada e de Caneças. O seu orago é a Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos.   Caracterização de Caneças Caneças confina com Famões, Ramada e com os Concelhos de Sintra e de Loures. Com uma área de 5,94 km2, tem, de acordo com os dados dos censos de 2011, 12 324 habitantes. Quando se fala em Caneças, é inevitável referir a vida rural e a cultura saloia que ainda hoje está representada na paisagem bucólica, nas fontes e na gastronomia, e integrada no desenvolvimento global do Concelho como um bastião de memória e evolução. Caneças tornou-se conhecida pela beleza natural dos seus espaços, pela pureza do seu ar e pela frescura das suas águas, qualidades estas que transformaram Caneças num local de veraneio e cura, e que contribuíram, em tempos, para o florescimento de três Atividades económicas, a dos aguadeiros, a das lavadeiras, e a dos viveiristas.   História de CaneçasApresenta dois núcleos populacionais antigos - Lugar d’Além e Vale Nogueira. Recentemente, muitos outros núcleos têm vindo a surgir nos limites desta freguesia. Dada a existência de vestígios de civilização muçulmana, pensa-se que terá sido fundada por mouros. O próprio nome tem origem árabe. Vem de "caniça" que significa "templo de cristãos". O povo diz que vem de "caneca" e que foi El-Rei D. Dinis quem "batizou" esta terra. Conta-se que andando El-Rei D. Dinis à caça, terá passado nesta povoação, onde pediu que lhe dessem água para matar a sede. Uma mulher da terra, trouxe-lhe uma caneca de fresca água de nascente, que o rei apreciou muito. Como gratidão por este gesto da mulher, quis o monarca que a terra se ficasse a chamar Caneca. Só mais tarde é que passou para Caneças. Graças à relação que as gentes de Caneças estabeleceram com a capital, veio esta terra a ser local preferido, pela classe média de Lisboa, para veranear. Os canecenses prestavam serviços aos lisboetas, vendiam-lhes as hortaliças e os frutos, a "criação", o queijo, o leite e a água, "boa para curar anemias e indisposições de estômago e intestinos". Até meados do século XIX, Lisboa era uma cidade suja, afetada por numerosas epidemias. Os cidadãos ricos pagavam aos Aguadeiros, entre os quais os de Caneças, para lhes levarem água a casa. Caneças e as suas águas eram, então, muito apreciadas pela sua qualidade. Lisboa era o grande mercado para a água de Caneças, o que motivou o aparecimento das fontes - Fontainhas, Castanheiros, Piçarras, Passarinhos, Castelo de Vide, Fonte Velha, Fonte Santa e Fonte do Ouro, que comercializaram água e que constituem um marco de uma época e de modos de vida caraterísticos da freguesia, e em sentido mais lato do concelho. A venda da água de Caneças fazia-se através de carroças ou galeras, que transportavam para Lisboa e arredores a água em bilhas de barro, juntamente com as trouxas de roupa das lavadeiras e produtos hortícolas.   Em terras de Caneças se exploraram nascentes cujas águas foram conduzidas até à Mãe de Água Nova, em Carenque e, daí, até Lisboa, pelo Aqueduto das Águas Livres. A noroeste da povoação, as mães de água indicam os locais de captação e as condutas mostram o caminho que a água percorria, até ao seu destino. O terramoto de 1755 causa grandes estragos na região mas leva também a que muitos lisboetas se venham fixar na zona, à procura de ares mais saudáveis. Talvez por isso, e na esperança de cura, aqui tenha procurado repouso Cesário Verde, que residiu durante algum tempo, no Lugar d’Além, antes de se transferir para o Paço do Lumiar, onde veio a falecer. Quanto à evolução administrativa, a povoação existe desde 1719. A criação da freguesia dá-se no dia 10 de setembro de 1915, desmembrada da freguesia de Stª. Maria de Loures. Foi elevada à categoria de vila em 16 de agosto de 1991. Em 2013, por força da Reforma administrativa do Poder Local, esta Freguesia foi agregada à da Ramada, passando a designar-se por União das Freguesias da Ramada e de Caneças. O seu orago é São Pedro.  

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Entidades

União das Freguesias de Pontinha e Famões

Pontinha - Sede Avenida 25 de Abril, 22 A – 1675-183, Pontinha Telefone: 214 787 280 | Fax: 214 787 289 Horário de Expediente: Das 9H00 às 17H00, sem interrupção (exceto em período de férias, devidamente publicitado) Encerra aos fins de semana   Famões - Delegação Praceta. 25 de Agosto, 8 B, Quinta das Pretas – 1685-923, Famões Telefone: 214 787 280 | Fax: 214 787 289 Horário de Expediente: Das 9H00 às 12H30 e das 14H00 às 17H00 Encerra aos fins de semana   Caracterização PontinhaA Pontinha, com uma área de 4,64 km2, estabelece fronteira com Odivelas e Famões, e com os Concelhos de Sintra, Amadora e Lisboa. Tem, de acordo com os dados dos Censos de 2011, 23 041 habitantes. Este território foi no passado um conjunto de quintas e terrenos agrícolas, dos quais a Escola Profissional Agrícola D. Dinis é ainda hoje um digno representante desse passado próximo.   Os lisboetas dos séculos XVIII e XIX vinham à Paiã, conhecida por ser um autêntico pulmão, em busca de ar puro. A partir da década de 50 do Século XX, este território sofreu grandes mudanças e hoje em dia é uma das zonas mais populosas do Concelho de Odivelas. História da PontinhaOutrora habitada pelos árabes, apenas existem dados sobre a Pontinha, a partir do século XIV. O seu nascimento está ligado às quintas e às famílias nobres. Durante os séculos XVII e XVIII, prosperam as quintas, e aí se instalam, sobretudo para fins veraneantes, notáveis famílias da nobreza e representantes do clero. A Quinta da Pontinha existe, pelo menos, desde 1657. O seu nome foi mudando ao longo dos séculos, e de acordo com os seus proprietários. No início do século XVIII era conhecida por Quinta dos Brasileiros (dado os seus proprietários terem enriquecido nessa antiga colónia), e após vários proprietários, fica conhecida em 1796 por Quinta dos Valadares. Só no século XIX passa a ser conhecida pelo atual nome — Quinta da Pontinha. No passado, toda esta área estava dividida em quintas e casais, de que sobreviveram, ainda, alguns nomes, como Casal do Falcão onde viveu o pintor Vieira Lusitano (1609-1783), Quinta da Paiã ou Casal Novo, Casal de Azeitão, Quinta da Pentieira, Quinta do Enforcado e tantas outras. Os lisboetas dos séculos XVIII e XIX vinham à Paiã, conhecida por ser um autêntico pulmão, em busca de ar puro. Personalidades e famílias ilustres descansavam aqui da vida citadina, das saídas para os teatros e para as festas da capital. O Marquês de Pombal era um notável frequentador de uma das casas locais, propriedade de um diplomata do Rei da Prússia. Em parte, o solo destas propriedades foi ocupado pela construção urbana. Atualmente, há ainda muito solo agrícola na posse da Escola Profissional Agrícola, além de vastos terrenos que são propriedade da Assembleia Distrital e ainda outros, de particulares. O povoamento, outrora disperso, devido à concentração da população nos grandes centros urbanos, tem vindo a ocupar os espaços disponíveis, ligando entre si as várias quintas, com as novas urbanizações. A 28 de junho de 1971, o Patriarca de Lisboa criou a Paróquia da Pontinha, que destacou da Paróquia do Santíssimo Nome de Jesus de Odivelas. Todo o passado de vida religiosa da área da Pontinha está ligado à Freguesia de S. Lourenço de Carnide e não a Odivelas. A integração nesta última deveu-se a uma questão meramente administrativa quando, em 1886, se traçaram os novos limites do Concelho de Lisboa. Esta Paróquia passou a ter sede na Capela da Sagrada Família, que é hoje a igreja e onde se podem apreciar os belos vitrais da autoria de Júlio Pomar. Funciona, desde 1917, uma escola profissional agrícola, que já teve vários estatutos e deu formação a inúmeros jovens, predominando, na maior parte do tempo da sua existência, a componente agrícola. É na Pontinha que, a 25 de abril de 1974, se instala o Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas que instaurará um regime democrático em Portugal. Atualmente, este quartel integra um Núcleo Museológico, criado através de um protocolo estabelecido entre o Regimento de Engenharia N.º 1 e a então Comissão Instaladora do Município de Odivelas. Em termos administrativos a Freguesia da Pontinha foi criada no dia 30 de novembro de 1984, através de Projeto -Lei aprovado em Assembleia da República, e que entrou em vigor no dia 1 de janeiro de 1985 e elevada à categoria de vila no dia 16 de agosto de 1991. Em 2013, por força da Reforma administrativa do Poder Local, esta Freguesia foi agregada à de Famões, passando a designar-se por União das Freguesias de Pontinha e de Famões. Caracterização Famões Situada na zona ocidental do Concelho de Odivelas, Famões faz fronteira com a Ramada, Odivelas, Pontinha, Caneças e com o Concelho de Sintra. Com uma área de 4,58 km2, fica a uma altitude média superior aos 100 metros, sendo o ponto mais alto assinalado pelo marco geodésico do Casal do Bispo, com 289 metros. O que lhe permite ter algumas das mais bonitas panorâmicas do Concelho. Tem, de acordo com os dados dos censos de 2011, 11 095 habitantes. As suas paisagens mostram ainda, apesar das alterações de cariz urbano e industrial, uma unidade agrícola, formada por pequenas quintas, casais e campos fechados. Possui um elevado número de bairros. O seu território, assenta, quase todo, numa zona montanhosa, com grandes espaços arborizados. Marcada também por enormes crateras, esta paisagem reflete a importância das pedreiras do Trigache, cuja Atividade é descrita nas Memórias Paroquiais de 1758. Foi destas pedreiras que saiu a pedra para a reconstrução da cidade de Lisboa aquando do terramoto de 1755. História de FamõesFamões e Ramada contam histórias muito semelhantes. Partilharam no passado, uma Atividade agrícola intensa. A existência de numerosas quintas e casais (Quinta do Alvito, Quinta do Cegolim, Casal de S. Sebastião, Quinta das Pretas D'El-Rei, Quinta das Dálias, e muitas mais), denuncia bem essa caraterística. Aí se cultivavam cereais, oliveiras, laranjeiras, se apascentavam rebanhos e se criava gado vacum. O primitivo casal que deu nome à freguesia, com a designação de Famões, era no século XV, pertença da Gafaria de Almada (hospital de leprosos). As caraterísticas do solo e as condições climatéricas deram uma relativa unidade económico-social a toda esta área. A produção de cereais exigia lugares de concentração, para a tarefa de debulha, as eiras. Malhado e limpo nas eiras, ficava o trigo preparado para ser moído. A corrente, precipitada e impetuosa no inverno, da ribeira de Caneças, os ventos fortes e constantes, na Primavera e no Verão, que sopravam no planalto, possibilitaram o aproveitamento da força da água e do vento, transformando-a em força motriz. Junto à ribeira, instalaram-se dezasseis azenhas e, das colinas da Amoreira ao planalto de Famões, ergueram-se para cima de três dezenas de moinhos de vento.   Com o fim das chuvas invernais, diminuía o caudal da ribeira, baixando a capacidade das azenhas, precisamente quando os ventos começavam a soprar mais fortes, aumentando a capacidade motriz dos moinhos. Desta intensa labuta restam hoje as ruínas de algumas azenhas e moinhos, três moinhos restaurados, o das Covas, na Ramada (que foi construído em 1884), outro na Arroja, que é propriedade privada e outro situado na Vila de Famões - Moinho da Laureana, onde hoje funciona um núcleo museológico. Marcado por enormes crateras, parte do seu território, reflete a importância das pedreiras do Trigache, cuja Atividade é descrita nas Memórias Paroquiais de 1758: "Junto a este lugar de Trigache há duas notáveis pedreiras, vulgarmente chamadas do Trigache, donde se tem tirado para vários templos e edifícios não só da Corte, mas de todo o Reino, e ainda atualmente se tiram admiráveis pedrarias, umas brancas tão claras, que depois de lavradas e brunidas, parecem de jaspe, outras vermelhas e outras mescladas de branco e vermelho, que depois de brunidas parecem pintadas". Foi destas pedreiras que saiu a pedra para a reconstrução da cidade de Lisboa aquando do terramoto de 1755. Em termos administrativos, a Freguesia de Famões, desanexada da Freguesia de Odivelas, foi criada no dia 25 de agosto de 1989 e elevada à categoria de vila no dia 19 de abril de 2001. Em 2013, por força da Reforma administrativa do Poder Local, esta Freguesia foi agregada à da Pontinha, passando a designar-se por União das Freguesias da Pontinha e de Famões. O seu orago é a Nossa Senhora do Rosário.
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EXPOSIÇÃO | Mulheres de Tinta

FERNANDO MARTINS FERREIRA, Português, nascido em Maputo/Moçambique (1959) onde permaneceu até 1992, altura que passou a residir em Odivelas. Regente Agrícola de formação, fez sempre do desenho e da pintura o seu principal e inseparável “hobbie”, descurando a divulgação do seu trabalho, usufruindo apenas do enorme prazer que esta atividade sempre lhe deu.Desde criança que desenha e pinta como autodidata, aliás, como o seu pai que sempre foi a sua fonte de motivação pelo gosto por esta bela e nobre forma de arte.
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Largo Vieira Caldas

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Famões


Centro de Exposições de Odivelas

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Odivelas


Largo D. Dinis

Odivelas


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Sociedade Musical e Desportiva de Caneças

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Pavilhão Multiusos de Odivelas

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