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EXPOSIÇÃO | Mulheres de Tinta

FERNANDO MARTINS FERREIRA, Português, nascido em Maputo/Moçambique (1959) onde permaneceu até 1992, altura que passou a residir em Odivelas. Regente Agrícola de formação, fez sempre do desenho e da pintura o seu principal e inseparável “hobbie”, descurando a divulgação do seu trabalho, usufruindo apenas do enorme prazer que esta atividade sempre lhe deu.Desde criança que desenha e pinta como autodidata, aliás, como o seu pai que sempre foi a sua fonte de motivação pelo gosto por esta bela e nobre forma de arte.

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Eventos

Freguesia de Odivelas

Os órgãos representativos da freguesia são a assembleia de freguesia e a junta de freguesia. A assembleia de freguesia é o órgão deliberativo e a junta de freguesia é o órgão executivo. Serviços Junta de Freguesia:  – Emissão de atestados; – Autenticação de cópias; – Recepção de reclamações; – Inscrição para iniciativas organizadas pela Junta de Freguesia; – Recenseamento eleitoral.   SEDE De 2.ª a 6.ª, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (3.ª até às 18h30)  LICENCIAMENTOS De 2.ª a 6.ª das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 16h00  TESOURARIA De 2.ª a 6.ª das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 16h00 Encerra aos fins de semana   Delegação da Junta na Arroja Travessa das Açucenas, n.º 7 Tel.: 21 931 90 00 Horário de Atendimento  De 2.ª a 6.ª, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00 Encerra aos fins de semana   Delegação da Junta nas Patameiras Rua da Paiã, 19 – D Tel – 21 931 90 00 Horário de Atendimento  De 2.ª a 6.ª, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00 Gabinete de Assuntos Sociais Rua Alfredo Roque Gameiro 18-B Tel – 21 931 90 00 Horário de Atendimento  De 2.ª a 6.ª, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 Todos os serviços encerram aos fins de semana   CaracterizaçãoSede do Concelho, a Freguesia de Odivelas, com uma área de 5,04 km2, faz fronteira com as freguesias da Ramada, de Famões, da Pontinha, da Póvoa de Sto. Adrião, do Olival Basto e com o Concelho de Lisboa. Durante muitos anos Odivelas foi uma zona predominantemente rural. Situada às portas de Lisboa, esta terra era procurada para descanso e lazer dos reis, de rainhas e de altas personalidades. Entre 1940 e 1981, Odivelas regista o maior crescimento populacional. Esta época ficou marcada pela vinda de famílias do interior para a capital, à procura de melhores condições de vida, muitas delas para trabalhar na construção da Ponte 25 de abril, da Cidade Universitária e outras obras de vulto. Segundo o Censo de 1940, existiam 3 696 habitantes. Em 1950 - 6 772, em 1960 - 27 423, subindo para 51 395 em 1970 e atingindo os 84 624 habitantes no Censo de 1981. A criação das freguesias de Pontinha, em 1985 e de Famões e Ramada, em 1989, provocam a redução do território desta freguesia, fazendo cair, naturalmente, o número de habitantes, que segundo o Censo de 1991, era de 53 531. Atualmente, e com dados mais recentes (Censos de 2011), existem 59 559 habitantes. A Freguesia de Odivelas tem hoje características urbanas, registando a maior densidade populacional do Concelho (11.794 habitantes/km2). HistóriaNo Convento do Carmo existe uma lápide que foi levada, em 1870, de Odivelas, pelo Arquiteto Possidónio da Silva. Essa inscrição é um documento precioso, para esta freguesia e a prova da sua antiguidade. Nela se pode constatar que o primeiro pároco desta igreja foi João Ramires, o qual faleceu no ano de 1183, da era de Cristo. A inscrição está em latim e datada da era de César, que nós já revertemos, aqui, para a de Cristo. O arquiteto Gustavo Marques, que descobriu esta lápide, é de opinião que o padre João Ramires terá sido um dos guerreiros que veio com D. Afonso Henriques em 1147, para conquistar Lisboa. Se assim for, Odivelas terá oito séculos de história. A estrutura do povoado medieval ainda hoje está perfeitamente visível. Duas ruas o constituíam - partindo da igreja, na Rua Direita, hoje Rua Guilherme Gomes Fernandes, vinha encontrar-se com a Rua Esquerda, hoje Rua Alberto Monteiro, no Cruzeiro. Em frente à Igreja, fechavam o circuito. O povoado desenvolveu-se em torno da Matriz e terá crescido, posteriormente, em direção ao Mosteiro de S. Dinis, junto do qual se regista um aglomerado de pequenas habitações, testemunho de outras, suas ancestrais.   A atual Igreja Matriz é o resultado de sucessivas reconstruções. No século XVII, sofreu obras que lhe deram a estrutura que tem hoje, reconhecendo-se que recebeu beneficiações e arranjos significativos, no século XVIII. Na área desta Freguesia houve muitas quintas que, sendo inicialmente de nobres e do clero, mudaram de donos, ao longo dos séculos, até acabarem em lotes de terreno para construção urbana. Confrontado com a povoação, e todas próximas, havia a Quinta de Vale de Flores, que foi do Rei D. Dinis, a Quinta da Memória que, no século XVII era propriedade do Arcebispo de Braga, D. Rodrigo de Moura Teles e a Quinta do Miranda que, no mesmo século, pertencia a D. Gil Vaz Lobo e acabou por ter o nome de Quinta do Mendes, no Século XX.   Além destas, muitas outras existiram, restando-nos hoje a Quinta dos Pombais, onde residem ainda os seus proprietários. É desejável que estas quintas se conservem, pois são um testemunho do nosso passado. O nome desta terra, ligou-o o povo ao rei Lavrador. É da tradição oral que o monarca saía muitas vezes, à noite, tentando não ser notado, para vir ao seu Real Mosteiro. A Santa Rainha, porém, sempre silenciosa mas atenta, reagiu com sabedoria e discrição. Certa noite, na companhia de suas damas, veio até ao Lumiar e pararam, de archotes acesos, num sítio onde sabiam que o rei costumava passar, a fim de lhe "alumiarem" o caminho. Daí veio o nome de "Lumiar", mas também o nome de "Odivelas" porque Dona Isabel, sempre generosa e condescendente, disse a seu Real Esposo, quando passou junto dela - "Ide vê-las". E, daqui, se formou o nome - Odivelas. Em relação a estas histórias brejeiras sobre este nosso Rei, nenhum historiador ou cronista nos dá indícios de terem existido fatos que as fundamentem. D. Dinis, sedutor e galanteador como poucos, o que é confirmado pelas suas "cantigas de amigo", manteve relações amorosas com várias "damas da nobreza" e os seus nomes e famílias são referidos nos documentos e nos textos dos historiadores, mas nenhuma dessas senhoras viveu em Odivelas. Os linguistas justificam doutra forma o nome desta cidade, dizendo que veio do árabe "uadi-bélaa". Esta expressão, traduzida para português, significa "rio da Ola", ou rio do remoinho, em linguagem mais simples. Quanto à sua evolução administrativa, a Freguesia de Odivelas, antes de 1852, pertencia ao 4º. Bairro de Lisboa, passando de seguida ao Concelho de Belém. Com a extinção deste, Odivelas fica anexada à Freguesia da Póvoa de Santo Adrião de 28 de julho a outubro de 1886. Odivelas foi elevada a vila a 3 de abril de 1964 e a cidade em 13 de julho de 1990. É sede de concelho desde novembro de 1998. O seu orago é o Santíssimo Nome de Jesus.
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Entidades

Tacho da Memória

Horário: 12h - 15h e 19h - 22h ENCERRA AO DOMINGO AO JANTAR Tipo de Cozinha: Portuguesa Contemporânea Preço médio para duas pessoas: 30€ Este restaurante aposta, desde 2005, na gastronomia tradicional portuguesa e exibe um simpático ambiente familiar. O seu símbolo são os tachinhos, que transportam até às mesas os pratos generosos que este restaurante proporciona aos seus clientes e reforçam também o estilo rústico da decoração. De resto, é um espaço amplo e com uma boa exposição à luz solar. A sua gastronomia especializou-se na típica culinária portuguesa, a que adicionou um empratamento mais sofisticado e gourmet. Entre os bestsellers do Tacho da Memória, destacam-se pratos tão saborosos como o salteado de farinheira com maça verde, a morcela salteada com abacaxi e redução de vinho do Porto, a vitela de Lafões e a trouxa de bacalhau com camarão. Tudo bem confecionado e à prova do paladar mais desconfiado. Para sobremesa, experimente o mil-folhas de arroz doce,a sopa fria de morango com gelado de lima ou a sericaia com ameixa de Elvas. Este restaurante está aberto todos os dias da semana (encerra aos jantares de domingo). Para estacionar, dispõe de um parque mesmo ali ao lado.   Premiado com o Diploma de Ouro no 1º Concurso Gastronómico Mesa Saloia e com a Menção honrosa na categoria “Melhor prato de peixe saloio” com o produto Lombo de bacalhau com grão à Dom Dinis
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Onde Comer
)

Largo Vieira Caldas

Caneças


Moinho da Laureana

219320800

Famões


Centro de Exposições de Odivelas

219320800

Odivelas


Largo D. Dinis

Odivelas


Sociedade Musical Odivelense

219310231

Odivelas


Conservatório de Música D. Dinis

219375774

Póvoa de Santo Adrião


Sociedade Musical e Desportiva de Caneças

219800214

Caneças


Casa da Cultura de Caneças

Caneças


Piscinas Municipais de Odivelas

219320765

Odivelas


Pavilhão Multiusos de Odivelas

219320990

Odivelas


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