Espaço inaugurado em novembro de 2007, destinado a jovens dos 13 aos 35 anos, onde pode estudar, assistir a debates, workshops e ateliês e visitar exposições. Serve, também, de ponto de encontro para a geração ávida de conhecimentos que tem ao seu dispor ligação gratuita à Internet. Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª feira - 10:00h-12:30h/13:00h-20:00h | Sábado – 10:00h-13:00h Durante os meses de Julho, Agosto e Setembro: 10:00h às 12:30he das 13:00 às 18:00h.
É o segundo maior pavilhão localizado na zona metropolitana de Lisboa, logo a seguir ao Pavilhão Atlântico. É um espaço multifuncional capaz de acolher uma grande variedade de eventos e competições, que permite realizar espetáculos, congressos, conferências, seminários, encontros ecuménicos, pequenas ou grandes reuniões, lançamentos de produtos, catering, feiras e exposições. É um local de grande conforto, com excelente climatização e extração de fumos, soluções técnicas de apoio de nível mundial. Possui uma logística de espaços sem comparação nacional, com apoio de balneários/camarins de topo nacional. Dispõe ainda do Ginásio Multiusos que está inserido num espaço moderno, com excelente design e onde os utilizadores podem usufruir de diversas atividades físicas que lhe proporcionarão bem-estar, saúde, qualidade de vida e vitalidade, sem contratos nem compromissos. Horário de Funcionamento: dias úteis, 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
O Largo D. Dinis, terreiro do Mosteiro de São Dinis e São Bernardo, apresenta-se à cota da entrada no edifício conventual. A suportar o terraço existe um talude que define uma das frentes da rua de acesso ao casario implantado numa cota inferior. O largo está agregado a uma das ruas que constituem o fuso, ou seja, um dos principais eixos de desenvolvimento da cidade. Sensivelmente ao centro do referido Largo temos a estátua da Rainha Santa Isabel (1951), do escultor Álvaro Brée. O jardim parte integrante do largo D. Dinis, junto ao Mosteiro São Dinis e São Bernardo data do Século. XIX. A sua traça original foi sendo alterada ao longo deste período através da implantação, na década de 50 do Século XX, de elementos como o Chafariz (1878) e o Coreto (para a exibição, em lugar público, da Banda da Sociedade Musical Odivelense, 1913), que se encontravam no centro do Largo D. Dinis e das várias intervenções de reabilitação de que foi objeto.
O Moinho da Laureana, localizado na União das Freguesias de Pontinha/ Famões, tem as primeiras referências escritas, nos livros de décimas do ano de 1763. É um testemunho molinológico que perdura desde o séc. XVIII e que recorda o percurso histórico da atividade moageira no Concelho de Odivelas. O Município de Odivelas procedeu à sua recuperação em 2001. Desde então tem sido objeto de inúmeras visitas (c. 10.000 visitantes) pela população interessada neste património, pelas escolas e também por especialistas nacionais e estrangeiros e investigadores na área da molinologia. Este moinho é um exemplar caraterístico do sul de Portugal e insere-se na tipologia dos moinhos fixos de torre cilíndrica em alvenaria, com capelo amovível por meio de sarilho interior. É um moinho de um piso e loja. Visitas orientadas, de entrada livre, efetuam-se à 4ª feira das 10h00 às 12h00, mediante marcação prévia que deve ser efetuada para o endereço eletrónico cultura@cm-odivelas.pt ou para o telefone 21 9320800.