O Moinho da Laureana, localizado na União das Freguesias de Pontinha/ Famões, tem as primeiras referências escritas, nos livros de décimas do ano de 1763. É um testemunho molinológico que perdura desde o séc. XVIII e que recorda o percurso histórico da atividade moageira no Concelho de Odivelas. O Município de Odivelas procedeu à sua recuperação em 2001. Desde então tem sido objeto de inúmeras visitas (c. 10.000 visitantes) pela população interessada neste património, pelas escolas e também por especialistas nacionais e estrangeiros e investigadores na área da molinologia. Este moinho é um exemplar caraterístico do sul de Portugal e insere-se na tipologia dos moinhos fixos de torre cilíndrica em alvenaria, com capelo amovível por meio de sarilho interior. É um moinho de um piso e loja. Visitas orientadas, de entrada livre, efetuam-se à 4ª feira das 10h00 às 12h00, mediante marcação prévia que deve ser efetuada para o endereço eletrónico cultura@cm-odivelas.pt ou para o telefone 21 9320800.
O Jardim do Largo Vieira Caldas data do séc. XIX. Situado nesse período nos limites da povoação era denominado pelo povo de “Rossio”. É com a construção do Coreto em 1909 que se assume como o “centro” da Vila. A construção do Coreto teve como objetivo a exibição, num lugar público, da Banda da Sociedade Musical de Caneças.
As Piscinas Municipais de Odivelas proporcionam aos munícipes o ensino das várias atividades aquáticas, natação em todas as suas vertentes, bem como na ministração de atividades específicas como a Hidroterapia, Massagens, Sessões de Reabilitação e Sessões para preparação de Pré e Pós Parto, contribuindo assim para o bem estar e a qualidade de vida de todos os seus utilizadores. Horário de funcionamento da secretaria: Seg. a Sex. - das 8h15 às 19h45 Sáb. - das 9h00 às 14h00 e das 15h00 às 17h00Dom. – Encerrada Horários das Atividades:Seg. a Sex. - das 7h45 às 21h45Sáb. - das 9h00 às 19h30Dom. – das 8h45 às 12h30
A Revolução Industrial em fins do séc. XIX e a consequente necessidade de mão-de-obra provocou a vinda para Lisboa de muitas famílias originárias do interior norte e sul de Portugal. Este movimento populacional e a não existência de condições de alojamento, provocou a imperiosa necessidade de constriur habitações.Para dar resposta a esta nova realidade foram construídas em toda a área da Grande Lisboa, várias vilas operárias - habitação social - bairros de casas quase sempre edificados segundo a mesma tipologia. Em Olival Basto foram edificadas cinco vilas operárias, das quais quatro ainda mantêm algumas das suas características: a Vila Carinhas, Vila Gordicho, a Vila Nova de Carriche a e Vila Amália. Esta última, a maior das vilas operárias de Olival Basto, tem vinte e duas habitações, todas de piso térreo e com telheiro à entrada, elemento distintivo das demais. Foi nesta vila que se instalou a primeira escola desta povoação.